ADIVINHAÇÃO
O castigo dos advinhos é o julgamento do próprio povo.
Se eu falo não acontece e se eu não falo acontece. Tia Neiva.
A minha chave abre a minha porta e a tua chave abre a tua porta.
Neste episódio eu comparo a realidade com a adivinhação. É um mundo surreal ver certos fatos acontecendo. A adivinhação é muitas vezes humilhante para quem brinca com o destino.
Nós do amanhecer temos duas espadas que unidas fazem a luz acender. Uma só seria desequilíbrio da personalidade e da individualidade. Céu e terra.
Ao entrar nas dimensões onde somente o espírito pode entrar é possível observar as almas aflitas vagando sem direção. As interferências na cabeça dos humanos é uma sentença desumana. Geralmente quem entra por esta porta se aproxima da loucura mental. Os espíritos não querem saber quem é quem, eles querem sugar as energias condensadas no sol interior.
Eu não brinco com a responsabilidade de ensinar o caminho certo. Agora eu não posso carregar uma cruz que não é minha.
A minha já é difícil.
Os espíritos se organizam em falanges para se defenderem do ataque de outros espíritos. Um só fica vulnerável.
Aqui nesta missão nós nos organizamos em hierarquia, força decrescente, para não darmos chance das correntes negativas atuarem na chamada oficial pela caridade.
Um jaguar ou uma ninfa que saia da contagem será como um pássaro que voa nas noites escuras. Terá que carregar sua solidão missionária para compreender a sua evolução.
Cada noite ou cada dia nesta terra abençoada por Deus nós somos multiplicadores da verdade. Não adianta influenciar seus amores com falsas mensagens. No final deste túnel escuro ainda há luz.
A terra está reestruturando seus continentes. A terra é um planeta vivo. Diferente de muitos outros como Marte que sofreu as intempéries do avanço científico. Desintegração pela antimatéria.
Ainda teremos notícias deste planeta que mesmo morto ainda tem vida.
Os mestres capelinos estão trabalhando muito para evitar uma grande catástrofe humana. Não se pode avaliar os danos materiais e espirituais desta transição.
Dois mil não passarás, disse Jesus.
Ao buscar a vida fora da terra, nós reencontramos nossas raízes. São laços que nos seguram neste caminho para que um dia todos sigam para suas origens.
Seta Branca não cansa de esperar, porém para tudo tem limite.
Um mestre deste amanhecer que não escuta a voz do comando não consegue trilhar a sua estrada. As forças contrárias ao sistema cristico atuam para desmoralizar o comando. Mesmo neste mundo vingativo impera a lei do mais forte. Não pensem que serão livres. Vocês vão se submeter aos caprichos dos senhores das trevas. E lá a lei é olho por olho e dente por dente.
Aqui ainda os mentores têm amor e respeito. Lá não, é no chicote.
Para um mestre se perder basta sair de sua conduta.
Nós ainda cultivamos as indiferenças kármicas como meta de cobrança. Só Deus conhece Deus.
Neste palco de encontros e desencontros, os reajustes são imprevisíveis. São impérios decaídos sendo trazidos à luz da nova era. Resgate ou prisão.
Nós não precisamos de adivinhos, nós precisamos da consciência livre.
Os espíritos trazem muitas coisas para desmoralizar os incautos médiuns. São seus próprios algozes do passado. Foi o que fizeram com eles e agora se vingam com a desmoralização.
Tem tanta coisa acontecendo no limiar deste amanhecer que devemos olhar com cautela de missionário. Saber multiplicar as coisas boas e saber dividir as coisas ruins. Apará e doutrinador.
Quando divide você enfraquece e quando multiplica você fortalece.
As organizações celestiais estão tendo muito trabalho para os encarnados não sofrerem com as mudanças. Em uma mensagem de Seta Branca ele menciona uma passagem que está prestes a acontecer.
Desde que o Pai assumiu esta missão ele jamais desanimou da humanidade. Pacientemente aguarda seu povo chegar com seus pés sangrando para o reencontrar. 32 mil anos se passaram da colonização da terra. Equitumans, Tumuchys e agora Jaguares.
Já pensaram para onde irão após esta encarnação?
A terra é somente um porto de passagem e pesagem da consciência.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
26.06.2026
