EU TIVE QUE VOLTAR

EU TIVE QUE VOLTAR
Não pela dor, mas agora por amor.
Ano 1200, ano de confirmação de uma partida onde um espírito ficou preso neste milênio. A jovem, hoje encarnada, ainda está presa ao seu destino. Com Clara de Assis, mãe Yara, eu fui desatar este nó. Temos que voltar com a energia ectoplasmatica para resolver problemas desta era do homem que não é ruim e nem bom, mas sofre o seu destemperamento pela ausência da certeza.
Chegando neste convento, parecia com hoje, a movimentação destas freitas imaculadas da ordem franciscana. Cada uma com sua tarefa, rezando, plantando, colhendo. Em breves momentos sorriam timidamente por serem repreendidas pela madre superiora silenciavam seus desejos de moças.
A moça desencarnada tinha muita afinidade em particular com a jovem encarnada por serem amigas.
Eu levei o necessário para esta viagem. Como disse Jesus:
“…Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias e não cumprimenteis ninguém pelo caminho…”
O necessário foi o conhecimento da magia que aprendemos a trabalhar. Nesta magia da libertação é o segredo dos grandes iniciados.
Por isso só de estar ali já foi positivo em transferir a energia do físico para o espírito através do canal sensorial, duto.
Aqui na terra o sofrimento dos que carregam suas dores é muito maior dos que não tem responsabilidade. No final de uma contagem veremos quem mereceu a sua libertação de quem nada fez para mudar.
Os laços não puderam ser cortados para não ferir esta recíprocidade milenar. A evolução de uma aqui no amanhecer será a evolução da outra no espiritual. Diria ser como uma alma gêmea separados pelo tempo. Uma lá no ano 1200 e outra aqui em 2025. Uma realidade até fantasiosa se não fosse pelo conhecimento espiritual. A janela do tempo abre e fecha. Muitas vezes eu demoro para esclarecer uma viagem, uma missão. Nem sempre é o que queremos.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
02.02.2025

Vale dos Deuses 1985