FALANGE DE RUA…

FALANGE DAS RUAS
De repente o templo ficou cheio de espíritos. Eram até feinhos pelo ponto de vista humano, porém são nossos irmãos desencarnados.
Eles vieram na aura de uma mulher, uma ninfa desistente, que não aguentou o chamado deste povo.
Esta mulher nunca será feliz como deseja ser, porque o mundo dela é viver nas esquinas da vida. Eles não darão paz e com isso nada se constrói de concreto para o futuro. É uma ilusão tão grande que absorve a realidade.
Como eram muitos e poucos médiuns para atender, os cavaleiros de Oxóssi vieram com suas redes magnéticas e tão logo na contagem foram sendo elevados.
Uma prece para este povo. A prece que Jesus nos ensinou.
Com a emissão do ectoplasma em conjunto com as preces, os espíritos foram magnetizados. Primeiro um choque energético para estabilizar. Seria como pegar em um polo positivo com os pés no chão. Um choque não fatal, mas que pode enrijecer os músculos.
Aquele povo foi retirado do templo.
O frio chegou com a chuva. Hora de encerrar. Os espíritos foram atendidos e os médiuns liberados.
Para nós do sul que vivemos esta natureza, um dia está 32 graus e no mesmo momento cai para 10 é muito complicado. É como um ferro em brasa jogado dentro da água.
Eu até digo que somos moldados pelo fogo e pela água. Soldados de Seta Branca.
Como me dizia tia Neiva: seja sempre simples meu filho.
Não devemos nos comparar pelos grandes e sim aos humildades.
Jesus foi muito simples.
Um grande general tem mais probabilidade de errar do que um humildade soldado.
Entre acertos e erros nós vamos caminhando.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
05.09.2026

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