OS TREZENTOS

OS TREZENTOS
A ordem secreta dos Capuchinhos.
300 espartanos, 300 anos, o fim de um ciclo.
Na contagem de uma existência nós nos perpetuamos nesta escola iniciática para mudar nossos destinos kármicos.
O que virá após este período não agregará valores e sim um período neutro como pacificação dos homens desta terra.
Seremos neutralizados para recompor a história da justiça celestial.
O que eu vi nesta passagem remonta séculos de uma revolução sacerdotal em que a humildade foi muito explorada para humanizar as 12 tribos de Judá. Não bastava ser.
Os Capuchinhos ficaram recolhidos em um mundo atravessado ao nosso plano físico. Houve um start e longas filas se formaram a caminho deste sol, desta lua.
No princípio eram muitas imagens sem identificação, porém a memória espiritual vai sendo ativada e recompondo por capítulos os destinos.
Monges da verdade. Enrolados em juta marrom escuro com cordas amarelas cortando a cintura e em cada nó era uma escolha diferente.
Na atividade litúrgica o capuz cobria suas cabeças como grandes iniciados para atravessar o neutrôm.
Francisco de Assis, o grande sacerdote de Jesus. A grande escola dos divinos mestres.
A simplicidade do espírito consolidado pelas guerras santas.
Santíssima Trindade. As três cruzes no despertar da consciência. Gólgota, o morro dos indigestos.
O mundo dos mortos e a glória dos vivos.
“Que os mortos enterrem seus mortos”.
A grande fila dos monges abriu espaço para reconhecimento facial. Um trino despertou nesta condição de consciência transitória. Ajoelhei-me e pedi um pouco de água salgada e um pouco de mel. Energia como do Maná, dos manjares da divina sabedoria.
Ao atravessar a grande barreira do sol interior nós nos desprendemos sem medo da verdade. Vamos até o limite que conseguimos compreender. A existência do eu espiritual.
Eu recebi uma corda com muitos nós e um capuz solitário. Eu vi neste capuz a nossa capa de jaguar que cobre nossas cabeças, nossas nucas. Ao colocar em minha cabeça eu não me vi mais. Eu estava ali, mas não me via.
O manto da invisibilidade é um traje do mosteiro que abriu o grande portal em direção à crosta.
Aqui na terra nós somos matérias densas, mas lá onde o espírito vai tudo é átomo espiritual. Eu sou!
Os 300 anos desta congregação são para reparar o caminho da transição. Não se pode voltar deixando rastros e nem sombras nas areias do coração.
“Eu quero ser como um grãozinho de areia para estar dentro de vossos corações”. P.S.B.
Ao iniciar a transição da matéria para entrar na 5ª dimensão, poucos serão chamados. Os espíritos já estão aguardando seus convites.
Os impérios foram derrotados por não terem sabedoria. Tinham força física, mas não tinham conhecimento da vida eterna.
Tudo se transforma, tudo se renova.
As três cruzes marcam este mundo da Santíssima Trindade. Um grande mosteiro surgirá como miragem no grande deserto. Todos verão, mas não tocarão.
A troca de identidade mediúnica. O verbo se fará presente.
Nós vivemos uma semi verdade onde tudo ou nada poderá ser revelado. Consciência astral.
O purgatório dos homens é um caminho entre a verdade e a falsidade.
Eu cheguei até onde meu espírito tem autorização para chegar.
Não somos mais bobinhos da corte. Somos especialistas de uma ordem suprema. Quem detém o conhecimento será reconhecido pelos seus feitos. Não na terra, mas no céu.
Eu, após este reencontro, voltei para descarregar neste solo sagrado os efeitos desta transição. Trouxe meu irmão Tumuchy como prova de sua sabedoria. Eu vivo entre os vivos e os mortos que estão mais vivos ainda.
Tudo é questão de onde estamos.
Eu preparo as consciências para responderem ao chamado com -0-// em Cristo Jesus.
Não sou dono da verdade, sou admirador da amplitude memorial dos espíritos encarnados e desencarnados.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
25.07.2026

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