CONSCIENTE OU INCONSCIENTE

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CONSCIENTE OU INCONSCIENTE
Nossas mediunidades não são iguais, digo, do ponto de vista espiritual. Podem ser todos os aparás ou doutrinadores, mas cada qual tem seu jurarmos individual.
Um apará em sua incorporação jamais vai se identificar por outro apara. Se assim for, ele não será um aparelho e sim um mistifcador.
Nós temos uma barreira que nos impede de ser mula dos espíritos. Como é difícil para quem trabalha sem esta barreira. Ele se torna joguete das ilusões.
É o nosso karma que regula a mediunidade.
Uns têm mais karma e outros menos. Exemplo muito importante foi o caso da tia Neiva. Ela não recordava em sua incorporação quem era o mentor ou o sofredor que desceu. Incorporação inconsciente. Não adianta tentar saber quem é, isso atrapalha a incorporação. Ser instrumento é entregar seu coração para sua evolução. Tia só sabia quando após recobrar sua consciência quem esteve no seu aparelho.
Tem um espírito em meu caminho que estou doutrinando com muito respeito. Eu não sou apará, apesar de ter duas mediunidades, uma foi bloqueada pela iniciação Dharman Oxinto. Isso define as mediunidades, mas o que trazemos em nosso compromisso não altera o destino.
O espírito queria ou quer me ver incorporado. Eu fechei minha aura e isso também fechou minha mediunidade.
A comunicação se dá pelo interplano. Diretamente no contato mental.
A segurança de um apará está justamente na semiconsciência sobre os fatos de sua realidade.
Os mais abertos podem se atrapalhar em suas comunicações. Um mentor de luz não escolhe, ele vem prestar caridade.
Na fuga do pensamento muitos observam o cruzamento das vibrações e após esta concentração vão expor através da mediunidade suas intenções.
Tia não proibia, porque cada aparelho forma seu cenário de amor ou de dor. Cabe ao doutrinador verificar se está havendo mistificação ou simulação.
Se um apará não tiver conduta ilibada ele poderá ser um difusor das inverdades.
Ontem nos trabalhos, um espírito de uma mulher falava tantos palavrões que eu fiquei com vergonha. Ela não podia incorporar de jeito algum. Os mentores não deram oportunidade para ela.
Imaginem um espírito incorporar e começar a falar as suas aberrações. Palavrões pesados. Espíritos sem procedência, sem uma conduta moral.
Nós da terra temos que ter cuidado pelo que sai por nossas bocas. É como se comprometer pelas palavras.
O desafio foi motivo de eu não arredar meus pés do radar. Um só espírito poderia nos fazer perder um lindo trabalho.
Ela vinha perto de mim e o corpo sentia os efeitos da sua tentativa. Os pelos arrepiavam chegando a pele ficar como uma lixa.
Foi um teste. Só pode.
Esta invasão poderia ter espantado os pacientes, mas a espiritualidade controlou tudo e todos.
Foi um trabalho pesado. Foi desafiador.
Há um aceleramento das mediunidades pela força magnética do sol interior. A composição dos átomos que seguram as células vivas é realmente uma perfeição divina.
O espírito é portador de somente um átomo que o torna invisível. Se tivesse muitos átomos teria um corpo físico.
Na materialização veremos esta composição ilustrar nossos olhos. Não se assustem e nem corram. Será muito breve as aparições.
Geralmente verão pelo canto dos olhos, pelo ponto cego da visão.
Todos nós temos um ponto cego. Basta você pegar um objeto e colocar em frente aos seus olhos e ir movendo ele para o lado sem piscar. Quando você não o ver mais, ali é o seu ponto cego.
Eu diria, é um buraquinho na sua visão.
Eu deixei a mulher gritando, desde que não interferisse no trabalho. Uma hora iria cansar, mas quem casou fui eu.
Pedi aos cavaleiros que tomassem de conta e ao encerrar os trabalhos já a tinham levado embora.
Um dia frio, depois de um extremo calor. Há uma descompensação no corpo físico pela alternância das estações. As quatro estações são instrumentos da transformação do nosso corpo para não sofrer com as mudanças climáticas.
Este foi um desafio.
Muitos terão outros desafios.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
03.05.2026

Vale dos Deuses 1985
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