SUICÍDIO
Estava cortando grama aqui no templo e sempre um mentor chega para me animar. Conversando com ele surgiu um assunto sobre suicídio, coisa muito triste para quem comete e para quem induz.
Eu tenho pedido muito a Deus que liberte meu povo das garrafa deste destino. Não é fácil assistir sem que haja intervenção direta para afastar as correntes negativas.
O assunto em questão foi muito importante onde uma mãe abandonada pelos filhos chora a sua dor. Os filhos são seus carrascos como lobos sedentos por vingança. Não justifica cobrar uma dor com outra dor.
Pode ser herança karmica que com esclarecimento da verdade pode mudar os rumos da cobrança.
Se esta mãe cometer o suicídio pelos filhos ela vai se tornar obsessora deles. Estes filhos nunca terão paz, porque suas consciências lhes cobrarão centil por centil.
Graças a Deus que esta mãe tem conhecimento da verdade de como sofrem os suicidas. Mas o isolamento, a ausência do amor, tudo isso com ajuda de espíritos malignos pode ser um prato cheio.
Quando filhos se tornam carrascos dos pais eles também vão pagar na mesma moeda com seus filhos.
Eu conversava com este instrutor espiritual e ele matinha minha mente ativa. Os humanos são animais, uns racionais outros irracionais. Muitas vezes em uma cobrança esquecem de onde vieram e porque vieram. Quando existe amor entre os pais e os filhos significa que a evolução veio esclarecer. Um filho jamais pode crucificar sua mãe só porque ela tem direito de ser feliz. A felicidade é um trampolim para chegar a Deus.
Eu segurei as mãos desta mãe e as ergui para o alto. Mãos que curam, que salvam, mãos que abençoam, que acariciam as cabeças dos seus filhos. Mas estes filhos não agradecem pela vida que sua mãe acolheu em seu ventre por meses.
Eu pedi muito ao pai Seta Branca que envie seus mensageiros em socorro desta vítima familiar. Seus filhos a querem ver morta sem motivos. Se tiver algum motivo tudo se resolve em volta de uma mesa.
O vale dos suicidas é o ponto final para decisões precipitadas. Lá a dor será imensa.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
04.04.2025