DO SAGRADO AO PROFANO…
Na ordem dos grandes iniciados existe uma lei imutável, o solo sagrado.
É onde Deus coloca suas bênçãos.
No atendimento Seta Branca veio como sempre com sua humildade atender as súplicas da terra.
Ele me perguntou se eu queria lhe falar. Simplesmente minhas palavras não saiam. Eu travei. Não por timidez, mas porque eu tenho tudo que preciso. Tenho amor, tenho respeito, tenho argumentos, tenho amigos e principalmente uma família que está sempre na minha frente fazendo a corte.
Agora, o que eu posso pedir ao pai senão for sabedoria.
Eu não brinco de missionário. Eu, na hora dos trabalhos, mantenho a disciplina dentro da hierarquia. Eu não cobro nada, porque todos aprenderam a trabalhar. A casa de Seta Branca é um local sagrado e quem gosta de brincar com as forças magnéticas acaba se ferindo.
Por isso não profanem os templos. Não tornem eles covil de lobos. As forças podem se voltar contra quem brinca.
Os ensinamentos são parte de um processo renovador.
Quando eu vejo uma cobrança na aura de um Jaguar eu procuro alertar para que tenha cuidados com sua caminhada. Muitas vezes não compreendem que minha missão é ajudar e não atrapalhar.
Mato tem olhos e parede tem ouvidos.
Não pensem que podem enganar o mundo espiritual. Eles sabem o comportamento que cada filho deste amanhecer tem.
O processo é dolorido pelo reajuste kármico.
Muitas vezes os inocentes são vítimas das injúrias que se fabricam nas mentes jogando um contra o outro. Porém Seta Branca tudo vê e tudo escuta.
Eu não procuro destruir as vidas que me foram confiadas. Se eu não for digno de comandar uma missão, o pai já tinha me tirado do comando.
Ele confia e eu confio nele também.
Eu só agradeço a Deus por ter recebido de suas mãos este caminho missionário. Casa grande, tia Neiva, Seta Branca.
Ali tudo começou. Ali foi a pedra fundamental que gerou um templo espiritual.
É por isso que o pai sempre está presente em espírito no templo.
O templo é a morada de Deus. Silêncio para ouvir as mensagens que chegam do céu.
Vamos nos conscientizar que temos que ter cuidado com nossas palavras. Elas podem construir como podem destruir.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
15.08.2026

