ICAMIABAS
O despertar das mulheres guerreiras.
Diz a lenda das mulheres amazônicas que viviam sem a companhia de homens.
Eu tive que entrar neste ciclo para descobrir o destino de muitas mulheres que reencarnaram trazendo em seus destinos esta porta fechada.
O que acontece diretamente é no chamado que ninguém descobriu até hoje. Falam muito nas controvérsias de mulheres que entraram neste período tentando mudar novamente a história que Deus construiu.
Eu admiro muito as guerreiras que preferiram viver sem homens, porém não podemos esquecer que tudo passa, como foi lá no passado e agora no presente. O chamado fala mais alto que a noção das consequências.
Conviver sem homens até aí tudo bem, mas vamos ao ponto central das coisas. Elas raptavam os homens do seu interesse e depois descartavam como se não existissem. As crianças, meninas, eram acolhidas e os meninos devolvidos às aldeias, muiraquitã.
As noites densas sem luar. Com seus arcos e flechas, dominaram com força e coragem.
Quando os exploradores espanhóis no século XVI — liderados por Francisco de Orellana — ouviram e viram relatos dessas índias bravas lutando contra os conquistadores, associaram-nas às lendárias Amazonas da mitologia grega.
Agora esta relação do passado neste presente é que as mulheres ainda não descobriram o motivo de se apartar da sociedade. São divergentes sem conhecer a sua história.
Ligando as duas pontas e estudei este caminho com muito respeito pelo lado dos espíritos. Eis o segredo das chamadas no Interoceptivo. Hoje, 2026, a condição de não saber diferenciar a realidade criou um estágio na cultura milenar.
Não estou aqui disciminando, estou colocando as cartas na mesa. Um povo sem história é um povo perdido no tempo.
Ciclos existênciais. A terra voltou ao período das mulheres de peito partido. Só que sem interpretar o motivo entram por uma porta fechada querendo instituir uma nova raça. O problema é que já existiu este período entre o lusco-fusco e as imagens perpetuadas na mente.
Intuição sem revelação.
Convivência na terra dos machos por uma tribo que conta a sua história.
As Amazonas marcaram época. E hoje o que eu vi e ouvi foi este chamado. Ainda estão tentando redescobrir suas vidas nesta reencarnação.
Cada dia me surpreendo com os fatos e notícias vindas dos mundos espirituais.
O termo vem do tupi e significa “mulheres sem maridos” ou “peito partido”.
O desconhecimento das vidas criou um paralelo discriminatório para estes espíritos. É como se colocar em uma vitrine.
“Atire a primeira pedra quem nunca errou”.
Com a entrada na nova era, as coisas começam a fluir com mais intensidade. Só que ainda sem rumo definido, mundo abstrato.
Tudo isso que hoje vemos nas disputas por espaço está interligado ao passado.
“Viver sem conhecer ou morrer conhecendo”. Apurê.
Seria a mesma passagem do enigma da esfinge: decifra-me ou te devoro.
A frase vem da mitologia grega, associada à Esfinge de Tebas (um monstro com corpo de leão e rosto humano).
Apesar da história ficar no passado hoje resulta na revelação da necessidade.
Acordem para ouvirem as trombetas.
O caminho pode não ser este.
Observem as estrelas no céu. São as mesmas que brilham no espaço. Nós é que mudamos de roupagens.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
01.09.2026

