AJOELHA E REZA…

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AJOELHA E REZA…
Pedir perdão é demonstração de humildade e amor.
Nós temos que nos conscientizar que somos uma tribo que perdeu sua linha mestra.
Um jaguar que não curve sua cabeça para Deus não recebe a gratidão. Não adianta dizer que é tal se na hora da cobrança não tem nada a oferecer. O cobrador sempre terá o domínio das coisas. Quanto mais disputa a sua autoridade, mais afunda.
Pai Joaquim foi buscar um espírito tirano em sua encarnação. Eu o vi chegando amarrado ao templo. Com muito cuidado fui direcionando o atendimento nos tronos para que ele não tirasse a sintonia dos jaguares. Era um velho de outrora que nem mesmo ele conhece seus intentos.
Muitas vezes um espírito se esconde na matéria para não ser encontrado. Dali ele atua no círculo vital prendendo suas futuras vítimas na sua energia.
Um Adjunto Regente foi consagrado para trabalhar lado a lado com seu adjunto de povo e não para medir forças. Não existe disputa, mas hierarquia.
Os trabalhos foram pesados ao ponto de muitos mestres participarem de um trono. Triângulo divina
A corrente intensificou a materialização do espírito no apará. Muitas coisas acontecem quando um espírito não perdoa. Para ele, amar ou odiar é a mesma sintonia. Só muda a compreensão.
São valores que a humanidade não entende. As cobranças se intensificam quando achamos defeitos no próximo. Que atire a primeira pedra quem nunca errou. Este negócio de se promover sem que a espiritualidade reconheça não leva ao pedestal.
O espírito desceu e mergulhou na mente dos missionários.
Os mentores fizeram um grande trabalho para recuperar seus plexos. Eu queria ensinar mais, mas o pulo do gato é algo como uma carta na manga.
Quem conhece os mistérios se compadece dos espíritos sofredores.
Humahã veio esclarecer este espírito construindo uma ponte entre a razão e a verdade.
Ninguém conhece a mediunidade de ninguém.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
14.06.2026

Vale dos Deuses 1985
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