TEMPO DE LUZ

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TEMPO DE LUZ
A sensibilidade mediúnica é algo espantoso. É surreal porque nosso espírito está a um milímetro abaixo da pele e nosso corpo se torna um campo radiativo de energias. Nós nos tornamos como um ímã que atrai ou repele cargas diversas.
A nossa sensibilidade abre caminhos para sentir os efeitos transitórios da mediunidade.
Geralmente quando algo está para acontecer nos causa ansiedade pela projeção etérica. Seria como premonição.
Vocês não percebem porque estão muito empenhados na responsabilidade social.
Esta noite foi um trabalho difícil. As mentes humanas envolvidas no desespero de me pegar não deram tréguas. Pedi ao meu cavaleiro Feranto Verde que me ajudasse a resolver esta questão material. As vibrações estão vindo de uma traição que sofri na terra. Perdi uma casa nesta traição.
O caminho nem sempre é o que queremos, mas a justiça celestial é cobradora dos resultados. Eu não fui atrás, me pegaram na curva do destino.
Por isso que eu trabalho na terra e no céu. Para livrar meus compromissos das armadilhas que se plantam como espinhos no destino.
A vida é uma sequência de desajustes desnecessários ao convívio cristão, mas a força está na moral.
Como disse tia Neiva: “Vocês não sabem do que sou capaz de fazer quando mechem com meus filhos”.
Partindo desta mensagem nós temos uma partida iniciática desta nova era. O homem luz deste universo.
Ser bom ou ser ruim. Existe um meio termo que pode equilibrar estas duas fontes de sabedoria, a neutralidade.
“Há de vir julgar os vivos e os mortos”.
A lei é para todos.
A sensibilidade está escondida atrás da porta. É por este motivo que sofremos os efeitos desta transição espiritual.
Um cego não conduz outro cego. Falo cego espiritual.
O desabrochar desta mediunidade trouxe muitos efeitos secundários à nossa evolução. Coisas que não sentíamos e agora está exposto.
Como disse mãe Yara se referindo a mensagem de Seta Branca: “somente o trabalho incessante vos libertará das dores”.
A doutrina foi materializada quando a clarividente trouxe a cabala para a terra. O que está acontecendo agora saiu da liturgia para o missionário viver com seus pés fincados no lamaçal. Terra para a terra.
Esta transição aumentou mil vezes nossas sensibilidades. Hoje nós nos tornamos um ponto de luz nas noites escuras. Não somente para iluminar, mas para irradiar. Somos como pequenas usinas atômicas, pequenos faróis, sim, pois um farol sem energia não acende.
Os trabalhos dentro desta usina aceleram nossos átomos como um fósforo aceso.
A vida não é somente especular, mas transformar.
Muito cuidado para não deixar esta energia se tornar soberba. Ela pode atingir seus neurônios.
Quando uma usina entra em fusão ela destrói tudo à sua volta.
A terra acelerou os reajustes kármicos para se preparar para a nova era.
Muitos encontros e desencontros estão pautados para serem atualizados.
Não deixem de trabalhar nas cabalas. O grande Oráculo está projetando sabedoria aos médiuns que conhecem os seus segredos.
Oráculo de Simiromba.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
28.05.2026

Vale dos Deuses 1985
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