AS REGRAS..
As leis são imutáveis, porém existem regras que definem um trabalho.
Eu vou muito além de mim mesmo para compreender certos valores que justifiquem o caminho do mestre. Falar a verdade, ser honesto e não enganar ninguém.
Quando este povo começar a ouvir a verdade terão um choque na personalidade. Por enquanto não ouvem porque seus corações não estão preparados para se conhecer.
Quando eu atendo em um trabalho no templo eu estou acompanhando aquele atendimento com muito amor e preocupação. Se vocês vissem a realidade de um trabalho desobsessivo ficariam com receio de praticar a libertação.
Vou explicar: se auto-doutrinar. Somente um aparelho especial e um doutrinador cabalístico podem retirar o espírito do seu casulo.
Muitas coisas vocês não aprenderam neste amanhecer porque suas cabeças ainda dormem no silêncio do eu interior. É diferente trabalhar na cabala que rompe o véu e perscruta as almas.
Toda vez que eu subo é uma missão diferente. É como uma digital que define cada indivíduo encarnado. Os espíritos tem as suas digitais, não nos dedos, mas nas suas películas.
Nenhum espírito é igual a outro, podem ser até almas gêmeas, mas mesmo assim existem as particularidades.
Um trabalho dentro da cabala é como trabalhar dentro do círculo vital. Coisas acontecem que interferem até no livre arbítrio.
Quando um mentor me chama para um particular é porque ele confia na realização de um aprofundamento espiritual. O dom de poder separar os caminhos da terra e do céu.
Dom são experiências milenares que adquirimos nesta longa estrada da vida. Em outras eras já tínhamos o domínio do poder que podia ser desfrutado pelos sumos sacerdotes.
Missão e sacerdócio. Entendam que é diferente cumprir uma missão como a qual todos cumprem. Sacerdote é ter o conhecimento indivisível do poder.
A minha missão é o meu sacerdócio, Jesus está comigo.
Aqui não se entende como portador de um dom, pois ao dizer que Jesus está comigo, está atribuindo ao mestre a sua identificação.
Certos valores não foram divulgados para não meterem a mão na cumbuca. Seria o mesmo de Ireshim.
Eu tenho muito cuidado ao falar com os espíritos vivos mortos ou mortos vivos. Seguindo sempre a regra: que os mortos enterrem seus mortos.
Nas palavras de Jesus, aquele povo já estava morto por falta de conhecimento. Meu reino não é deste mundo. Reino dos mortos.
Ser mestre e não ter conhecimento é o mesmo que estar morto. A vida iniciática é como uma escada. Degrau por degrau vai subindo ou vai descendo. A liderança tem que liderar com abertura do reino espiritual. Do quê adianta só falar pela terra, os espíritos querem ouvir do céu.
A transferência de um espírito vivo para um aparelho é como abrir sua caixa preta. Ele vai falar o que deixou de falar. Falar pela individualidade.
Eu acho que vocês estão com dúvidas da verdade. Ser verdadeiro é muito complicado, porque até o divino mestre pagou seu alto preço por suas palavras.
Hoje muitos daqueles ensinamentos estão registrados no evangelho, não na bíblia, porque a bíblia veio antes de Jesus.
Jesus era a lei de Deus.
Era o próprio Deus se fazendo carne.
Muitas interpretações foram escritas reescrevendo as palavras do mestre. Cada cabeça interpreta como ele compreendeu dentro da sua evolução.
Todos nós temos uma missão e a maior delas é conosco mesmo.
Saber interpretar uma comunicação e saber de quem ou do que se trata. Não se tornar um robô místico, mas ser um cientista espiritual.
A nova era vai ser um Deus nos acuda, porque a verdade não será suprimida. Se você não estiver preparado para se auto-doutrinar, não verá o resplandecer do céu.
Tem muitos segredos que ainda eu também desconheço. Segredos espirituais.
A roda da vida não para de correr. Logo a roda espiritual será nossa companheira.
Tia disse que teríamos uma aula de: como saber viver e como saber morrer. Porém ela achou que iríamos se chocar com a realidade mística.
É, jaguares, tem muita terra pra socar sob os pés e muito barro para atravessar.
Nossa missão é descobrir quem somos nós.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
23.04.2026
REGRAS
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