O MAR TEM LIMITES.. PARTE DOIS.
Ao voltar para a consciência física eu tremia como vara verde. Tive que me levantar e tomar café com pão, pois minha glicemia desceu muito.
Eu compreendi que nesta missão eu exigi muito do físico espiritualmente. Talvez por ainda não dominar as funções orgânicas que o espírito necessita eu usei muita energia para trazer à tona aqueles submersos.
Como eu disse, estamos aprendendo a trabalhar.
Nós temos muitos missionários trabalhando e usando das técnicas espirituais. Este alerta é para cuidarem do excesso de trabalho que pode ser fatal. Quando exageramos podemos ter uma hipotrofia muscular. Seria como envelhecimento muscular que pode ser reversível com exercícios físicos.
Ao notar a ausência de energia física, meu corpo exigia glicose.
O equilíbrio funcional mental está na dosagem da balança do Interoceptivo. Nem menos, hipo, e nem mais, hiper. Se nossa balança pender para um dos lados, nós vamos desequilibrar as funções vitais.
É como a mediunidade, se não cuidar ela enfraquece o padrão mental. Abre ou fecha demais causando doenças diversas.
Tudo dentro de uma normalização para ter uma vida saudável.
Quando já trazemos a enfermidade espiritual de outras encarnações é um problema muito sério. Se não tratar já a causa, este problema pode se tornar irreversível. Correm para a medicina terrena com aplicação de psicotrópicos para amenizar a correspondência espiritual. Os remédios bloqueiam temporariamente os efeitos, mas não curam.
A mediunidade tem que ser tratada com conhecimento de causa.
A noite revela muitas referências que o dia esconde. Deixem as preocupações um pouco e se integrem ao caminho da verdade.
Unificar os caminhos materiais aos caminhos espirituais.
Voltei de mais uma missão que me esclareceu sobre a minha vida espiritual.
Sempre saudando os nossos mentores para destravar nosso inconsciente bruto.
Aprender a manipular. A limpeza do eu interior requer muito amor.
Muitos médiuns aparás tem dúvidas sobre suas mediunidades. Eu digo assim: deixem por conta da espiritualidade. Não queiram saber quem é, deixem que o doutrinador saiba. Se quiserem saber, vai atrapalhar suas incorporações. Depois o doutrinador vai revelar o nome do mentor. Muitas vezes não é o mentor emplacado que está trabalhando. A necessidade de outro vir trabalhar é para atender o objetivo da missão.
Como eu falo: a preta velha deu passagem ao preto velho porque tinha um filho dele como paciente aguardando o atendimento.
Nós somos médiuns e aparelhos da espiritualidade.
Graças a Deus que temos segurança mediúnica para não sofrer a infusão de algum elítrio. Temos elítrio kármico e elítrio adquirido. Adquirido por trabalho mal realizado.
Para mim é como um chamado na razão. Isso quando o médium se acha melhor ou maior que os demais. O próprio mentor dá a passagem para o elítrio fazer a cobrança. Aí correm para medicina da terra esquecendo da espiritualidade.
Temos que ter consciência que somos instrumentos da verdade.
Eu, com o pouco conhecimento que tenho, ainda não estou completo. A razão destas viagens é para me formar. Aí eu aproveito as minhas aulas e as transformo na instrução.
Instrutor universal.
Estes dias eu precisei de uma energia extra e ao me comunicar com outro médium eu recebi uma chincha daquelas. É como esperar algo de bom que te levantasse e não acabasse de te derrubar.
Seria como dizer ao ladrão pra não roubar.
Tem certas coisas que o silêncio é mais discreto e tem faz bem do que mil palavras sem objetivo. Seria como alguém no fundo do poço esperando uma corda amiga e ela é jogada sem ser amarrada na ponta. Entenderam!
Eu exercito a fé testando o verdadeiro amor incondicional. Talvez eu esteja errado nesta perseguição evolutiva.
Que estas palavras sejam como alerta para os meus irmãos.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
19.04.2026
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