REVOLTA

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REVOLTA
As vezes nós precisamos um pouco mais de esclarecimento sobre a vida doutrinária. Por mais de 10 mil vezes eu tenho escrito sobre a repercussão dos nossos atos e desejos sobre o conhecimento da nossa própria natureza.
Angical, sim, o que eu passei nesta noite para acalmar os espíritos que revoltados por não ter esta oportunidade de reajustarem com seus algozes, nossas vitimas do passado, foi muito intensa.
Eles estão revoltados, estão em pé de guerra com seus devedores.
As forças estão transformando este planeta para torná-lo em um mundo de amor e justiça celestial. Vejam que Deus fala pelos corações, pelos pensamentos, pela caridade.
Somos todos culpados e somos todos inocentes. Esta é uma guerra interior, um momento de reflexão entre a necessidade material, física e espiritual.
Se eu não puder receber meus conterrâneos do passado a minha cruz vai ficar mais pesada. A multiplicação dos nossos desejos é impedida pela barreira mental que nossos pensamentos constroem no caminho entre paixão e desespero.
O reajuste final. Quem vai passar por esta provação da carne. Os espinhos da coroa dos andarilhos que buscam um lugar ao sol. Se na terra está complicado, imaginem no espiritual. O levante dos inocentes que perderam a vida por não sabermos amar.
Hoje falamos muito em amor, perdão, mas na verdade não cumprimos com o que falamos. Basta um cutucão no calcanhar para nosso padrão vibratório descer ao fundo do poço. Somos uma máquina imperfeita diante dos nossos fracassos.
Eu olhava para aquela nuvem flamejante de raios e trovões. Ela vinha silenciosamente impedida pelo neutrôm assentando nas cabeças dos envolvidos. Aqui na terra silencio total, mas no céu era como uma tempestade.
Eu tive receios. Poderia não ser minha, poderia ser dos envolvidos nesta trama da evolução a qualquer custo. A doutrina não é um teatro, ela é a verdade sobre a terra. Quem busca suas leis como remédios da cura tem objetivos com sua programação. Eu fiz a minha programação. Eu abri o livro de muitos para desenferrujar a grande engrenagem do coração.
Quem quiser acompanhar esta grande nave deve correr contra o tempo. O tempo urge no horizonte para desafiar a inteligência dos encarnados.
Aquela nuvem despertou em mim um recomeço. Não podemos perder a esperança, porque é a única que nos mantém vivos. Eu tenho a minha lei que trago sobre minhas reencarnações. Não preciso ir muito longe, basta fechar meus olhos e tudo vai se revelando.
A essência desta transição está no trabalho direto da necessidade de contatos. Muitos querem fechar este portal para escurecer novamente a mente terrena. A terra já não é a mesma de ontem. O desconhecimento facilita as cobranças.
Eu não engano, eu descrevo a cultura dos espíritos. Os cegos querem permanecer cegos. Quem vai entender esta passagem do Cristo Salvador. Ele foi a luz do conhecimento, porém, foi o mais martirizado homem luz deste planeta. Somente porque falou a verdade.
A verdade não é para todos, mas a mentira domina os olhos de quem não enxerga. Cegos, surdos e mudos. Ainda estão presos a incompreensão de suas ideias fanáticas da imperfeição humana.
Estou em sintonia. Estou desviando esta nuvem para o mar. O vento sopra forte com o poder de Aruanda. Os congás de pretos velhos se abriram e neles os nagôs de luz e amor manipulavam suas bençãos para este lado de cá da vida. Somos todos parte de uma conscientização. Não existe o melhor, existem os caminheiros.
Caminheiros de Jesus…
Enquanto a terra amarga as ideias de traições, o céu trabalha para desimpedir as mentes atrofiadas nos desejos de morte. Uns vão, outros vem.
O sol despertou em minha face os raios da transformação. A lua me cobriu com seu manto suave o meu coração. Sou mestre doutrinador. Não sou um perdido, eu me reencontrei comigo mesmo.
Angical das revelações. Um caminho entre a vida e a morte.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
Na/Un
13.04.2026

Vale dos Deuses 1985
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