O PATRONO

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O PATRONO…
São João Batista é patrono da maçonaria.
Esta madrugada foi algo que movimentou uma reunião espiritual. Houve uma integração. Houve participação da consagração entre dois caminhos.
É muito diferente de falar pela terra, porque as pessoas não enxergam o lado invisível das grandes jornadas que envolvem os segredos milenares.
Com a vinda desta grande hierarquia nos trabalhos do templo onde sua presença modificou o neutrôm, eu fui levado pela minha consciência ao mundo das revelações.
Eu não vou detalhar pois envolve poderes independentes.
Eu abri as portas deste mundo para fazer o que era preciso fazer. Foi uma grande iniciação espiritual. Nas cassandras os espíritos foram colocados para se integrarem ao amanhecer. Espíritos ligados à ordem dos cavaleiros templários. Não foi cruzamento, foi integração direta. Com as cassandras fechadas os Santos Espíritos formaram uma grande legião a serviço do Cristo. Sim, meus irmãos, eu fui unificar dois poderes. Não na terra, mas no céu.
A vida na terra sem conhecimento é o mesmo destino dos espíritos sem procedência.
Ter procedência é ter um caminho traçado dentro de uma cultura do desenvolvimento intelectual.
Eu conduzi três irmãos da ordem para as cassandras. Fechei as correntes para que nada interferisse no conselho dos sábios. Para mim foi como batizado de João Batista. Ele unificou os poderes em nome de duas entidades maiores: João Batista e João Evangelista.
Só participando espiritualmente para registrar o que os olhos não enxergam.
Na minha identidade espiritual eu tenho consciência da minha multiplicidade, por onde passei e pelos caminhos que segui. Eu já fui maçom em vida passada. Hoje sou jaguar nesta vida atual.
O que me trouxe para este caminho foi o conhecimento da verdade. Somente dos céus ouvireis. Pai Seta Branca, o evangelista.
Nossos espíritos estão sendo evangelizados em Mayanti. Estão sendo preparados para esta nova era, o terceiro milênio.
Há necessidade de haver mais instrutores universais com amplitude diante dos conselhos superiores. Não se basear somente pela terra, mas ser instrumento para falar o que seu coração tem recebido nas grandes cruzadas.
Foi algo inusitado, foi a consolidação das palavras do Mestre Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. E eu complemento: “só não vai ao pai aquele que não confia em mim”.
Traduzindo esta cerimônia, eu abri as portas deste mundo para o nosso mundo.
Ontem, nos trabalhos, os cavaleiros de Oxóssi ficaram de honra e guarda na porta do templo. Espíritos sem procedência divina queriam entrar. Houve impedimento, sim, pois somente um apará não daria conta de dar passagem. Eu fico até com receio dos médiuns não ouvirem o chamado espiritual. Eu não forço ninguém a prestar caridade, porém os espíritos vão atrás e fecham as portas. As consequências vão pesando no caminho e as dificuldades surgem.
Seja quem for, Seta Branca quer transmitir um momento de paz para organizar os eventos: Conciliação.
Sem isso a missão se torna espinhosa. Cada qual com seu rosário de amor ou de dor.
Eu prefiro do amor.
João Batista me levou às grandes organizações no espaço. Ali eu vi com meus olhos a verdade e a verdadeira obra celestial. Eu cruzei as espadas e abri as lanças.
Reconsagração do espírito da verdade.
Teria muito a falar, mas são segredos da vida eterna.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
12.04.2026

Vale dos Deuses 1985
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