INTERCÂMBIO
Ali, naquele trabalho, aconteceram fenômenos especiais.
Ao subir, fui convidado a fazer o intercâmbio com a terra, por ainda estar encarnado. Adjunto Ypuena foi o primeiro comandante deste trabalho especial, eu fui o segundo.
Existem pequenos detalhes que a tribo desconhece. Detalhes da valorização do eu nesta longa estrada de linhas retas.
Esta estrela especial aconteceu de madrugada para trazer os espíritos dorminhocos para dentro do círculo esotérico vital. Está havendo muita interferência e ingerência nas decisões do mestrado. Ninguém está entendendo o fator magnetismo.
Todos sabem que a força magnética atrai e também repele. Tudo depende da ocasião. A força magnética da terra mantém os corpos dentro da gravidade e caso ela inverta sua polaridade não haverá mais gravidade.
Os espíritos estão muito preocupados com esta missão. Os comandos invisíveis estão acelerando o compasso doutrinário.
Nesta chamada as classificações foram interrompidas para na simplicidade responder ao comando estelar. Não havia doutor honoris causa, havia simplesmente o eu interior. Ali naquele espelho d ‘ água os reflexos da verdade. Uns mais conscientes e outros menos.
O chamado feito na individualidade de cada jaguar não pode ser traído. Não se dispersaram, mas se uniram.
O Adjunto em si fez a ligação extra temporal, porém precisava da terra para a conexão.
Na terra foi meu compadre e no céu este vínculo ainda resiste ao tempo de apadrinhamento.
São juras regidas pelo espírito. Quando um encarnado jura sob a proteção divina ele pode até esquecer, porém seu espírito jamais esquece.
Este mundo físico não nos pertence, porque nós somos filhos do destino. Hoje estamos aqui, mas amanhã não se sabe em Deus onde estaremos.
É muito fácil escrever tudo que o espírito passa ao entrar no campo neutro, mas como é difícil seguir na terra os mandamentos.
Dois em um, agora três.
Santíssima Trindade.
Conseguimos triplicar a esfera reencarnatória. Alma, perispírito e espírito.
Graças a este espírito das alturas fomos realocados em nossa dimensão. O problema é a falta de discernimento de não querer entender o significado de ser mestre.
Ser mestre é ser conhecedor da vida e da morte. Como disse tia Neiva: saber viver e saber morrer.
O último segredo ficou em segredo. Ela achou que poucos saberiam decifrar este enigma da morte.
A vida na terra tem seu ciclo de programações. Somente o conhecimento pode alterar o resultado. Sem conhecimento voltamos à era das cavernas.
Nós ainda somos primitivos perante as organizações celestiais. Somos somente um ponto de referência ectoplasmático.
Enquanto o trabalho se realizava, eu acompanhava as projeções nos esquifes. Raio neon (Ne), luz fluorescente de baixa luminosidade. Pelo que vi esta luz penetra na camada etérica.
Na chama do turigano quando acesa alerta ao extra etérico que está havendo um ritual na terra, como a entrega das energias.
Nos esquifes os espíritos tinham está luz indicativa impregnadas em suas indumentárias. O coroamento criou o magnetismo, abrindo as auras para captação dos raios solares e lunares.
Eu fiquei de queixo caído ao ver tantas revelações. Como sempre, o adjunto falava do duto. Aqui foi algo silencioso sem dispersão energética.
A ciência espiritual é algo sublime. Só conhecendo para entender a razão dos fenômenos da antimatéria.
Naquele estalar de dedos a um desagregar da antimatéria.
Eliminação dos resíduos que se acumulam nas auras.
Um bom dia!
Salve Deus!
Adjunto em
An/Un
07.04.2026
INTERCÂMBIO
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