PEQUENOS DETALHES
Pequenos detalhes que fazem a diferença na composição da entrega de um comando.
Primeiro vou contar sobre a outra natureza que ainda não nos pertence, pois está longe dos nossos olhos físicos.
Neste grande laboratório de pesquisas os cientistas estão desenvolvendo sistemas para sustentar um espírito na nossa atmosfera. O espírito só se sustenta através da reencarnação, porém algo está muito avançado para objetivos da materialização.
Sistemas complexos que eu analisava e pensava, Deus é simples na criação dos espíritos.
O sistema biológico criado para desenvolver o corpo humano é sobrenatural, pois um corpo nasce com seu espírito e vai crescer até atingir sua maior idade.
Só que neste mundo as coisas estão mudando o conceito da vida fora da matéria.
Agora vamos ao que nos interessa, a troca de comando, a coroação dos rituais. Todos já sabem que nossa doutrina é transmutada pelo contato, mãos sobre mãos. Ao passar o comando de um para outro comandante, o toque das mãos repassa aquela responsabilidade. Não somente terra, mas toda responsabilidade física espiritual. No plano espiritual os mentores entregam para outros mentores aquela jornada. Na mesa evangélica, nos tronos, ou em qualquer castelo que haja um comando. Somente não é necessário quando há encerramento do trabalho.
Nas consagrações, o toque das mãos é como um reinado onde o rei leva sua rainha para seu trono. Não há troca de energia, mas um envolvimento que cria uma aura especial. Nos cumprimentos nós não tocamos nas mãos para não captar energias esparsas. Primeiro, limpar nossas auras que chegam contaminadas pelos resíduos kármicos da terra. Quando andamos nós criamos uma corrente de energia estática onde outras energias grudam como cola. Seria muito bom andar um pouco descalço para descontaminar as energias esparsas. Se vissem pelo etérico plano seria como os relâmpagos do céu. Choques de correntes positivas e negativas.
Tudo tem sentido nesta doutrina do amanhecer. Nada se fez sem conhecimento da ciência espiritual.
É neste sentido que buscamos o autoconhecimento despertando a cobiça da liturgia sagrada. Sempre queremos mais, tudo para superar nossos adversários.
Nós somos adversários naturais. Quando vemos um avanço, seja de qualquer natureza, nossos instintos já crescem formando a cobiça. A inveja se torna como pedras no caminho dos mentalizados.
O que me chama a razão é justamente a falta de responsabilidade e respeito pelo sentido filosófico da vida. Será que este povo sempre estará envolvido em guerras, tragédias e mortes desnecessárias.
Desde o princípio a destruição foi uma meta.
“Não se preocupem em acumular riquezas aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Guardem, sim, tesouros preciosos no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem roubam! Pois onde estiverem as suas riquezas, lá estará também o seu coração”.
Disse Jesus no sermão da montanha.
A doutrina precisa falar mais de Jesus para esclarecer e clarear a longa estrada de volta. Uns vão, outros vêm.
Só fica aquele que tem missão. Aqueles que sempre estiveram no comando de suas tribos. Muitos de nós já estivemos juntos na condução planetária. Uns se endividaram e outros floresceram como a própria natureza.
Muitos já vieram trazendo a mensagem do céu. Outros vieram ouvir.
Oitocentos guerreiros estão no comando deste amanhecer. Cada um recebeu seu cajado. Mesmo não se conhecendo, exercem suas funções mediúnicas no auxílio aos que se perderam da contagem. Agora não se pode voltar atrás, ou vai ou arrebenta. É a nova era das decisões positivas.
Eu sou responsável por mim e pelos meus atos. No meu reinado o respeito é um poder celestial.
Hoje eu vejo a minha vida como era pra ser. Geralmente o poder, a riqueza fazem as pessoas cair em contradição.
Se assim for, nós deste amanhecer estamos aprendendo a amar de um jeito diferente.
Não acham!
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
15.03.2026
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