REGENERAÇÃO

REGENERAÇÃO 

An-Selmo, An-Selmo!

Vamos para mais uma viagem científica!

Ninguém a muito tempo não me chamava pelo meu nome. Arrumei meu passaporte e não tive dúvidas.

Ao chegar no destino eram dois irmãos gêmeos, porém os dois nasceram com deficiência física. Suas pernas não cresceram. Digo a da direita normal, mas a da esquerda não. Eles eram casados e viviam separados. Este irmão que foi atendido por está entidade recebeu a regeneração óssea, muscular e do tecido. Sua perna voltou a crescer. Foi algo surpreendente. Somente Jesus fez este procedimento renovador. Seria a genética atualizada em nossos domínios.

Este monge Gregor Mendel foi quem me levou até este mundo.

Ele foi considerado pai da genética.

Ao empregar seu conhecimento científico sobre a perna do homem, a reestruturação óssea foi tomando forma, foi crescendo e os músculos regenerando.

Já o seu irmão não teve o mesmo destino porque tinha muito ciúmes.

Ao completar este procedimento, ele agradeceu a Deus por ter tido merecimento para ser curado. Não demorou muito para seu irmão ir visitá-lo.

O homem curado se sentou no seu sofá para não ser invejado cobrindo sua perna com um pano.

Foi difícil não ter que dar explicação, mas o silêncio imperou naquele momento.

O monge era um grande cientista universal. Um mestre da ciência molecular.

Eu assisti aquela cura, nossa, como foi importante ter que revelar certos procedimentos.

A terra está sendo preparada para novos desafios da ciência humana. Voltamos desta viagem. Eu ainda tinha um atendimento para fazer.

Fui até a casa de um homem que tem problemas espirituais em sua cabeça. Ele mora aqui nesta cidade de Campo Largo. A esquizofrenia é uma das cobranças mais difíceis e terríveis na vida humana. Chegando na casa dele eu tive que ser humilde a ponto de ser discriminado. Sentei fora da sua casa. Ele veio em minha direção. Era um jaguar que se desenvolveu neste templo Apurê do Amanhecer. O elítrio causou a enfermidade trazendo sequelas físicas aos seus neurônios. Eu pensei no velho monge, porém ele apesar de ter três mil anos era mais novo do que eu. Seu espírito sempre está se regenerando.

O jaguar sentou ao meu lado para uma boa conversa. Eu lhe pedi perdão se por algum momento houve indiferença entre nós. Que eu me lembre foi na mesa evangélica. Mas não foi agressão, foi para ensinar a lei deste trabalho.

Nosso trabalho é físico e espiritual. Nunca vamos parar de aprender e ensinar. 

Encostei minha cabeça em seu ombro esquerdo e conversávamos sobre a missão.

Foi feita uma reparação na dor do desentendimento. Quando nós nos desentendemos criamos um revanchismo sobrenatural que vai causar separação. 

Foi como daqueles dois irmãos, um tinha merecimento e o outro não.

Eram vítimas de suas origens.

Atendimento foi feito.  Voltei. Agradeci ao mestre Monge e logo me vi em casa.

Tudo tem explicação na verdade que Jesus deixou.

Salve Deus!

Adjunto Apurê 

An/Un

13.02.2026

Vale dos Deuses 1985