O HOMEM DA PONTE – Parte dois
Vejam que tudo vai se esclarecendo. Eu entrei no templo, limpei, varri, e ao sair para trocar minha camisa encharcada pelo suor uma moeda caída no caminho. Baixei e peguei. Olhei para o jaguar que veio ajudar e lhe mostrei a moeda como prova de pagamento. Era 10 centavos, mas ligando os fatos, aquela moeda não estava ali quando varri a calçada.
Ela brilhou em meus olhos. Agradeci ao bom Deus por ouvir os meus clamores.
Eu só não achei o pote de moedas, mas pelo menos uma moedinha que eu mereci.
Aos poucos com muita fé nós vamos construindo um mundo melhor.
Toda ajuda é importante e necessária porque demonstra o amor e o respeito pela casa de Seta Branca.
Se alguém não tem amor nunca fará parte da força decrescente. Será sempre um visitante de uniforme.
Vem, faz a sua obrigação para si mesmo e vai embora.
Um missionário é pau para toda obra.
Eu tento explicar, porém os cegos, surdos e incompreendidos não enxergam a verdade.
Só querem saber o porquê!
A história se repente novamente. Uns buscam a luz da evolução material e espiritual e outros não.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An/Un
01.02.2026